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A NR LOGÍSTICA INTERNACIONAL foi criada em setembro de 2011 com o objetivo de ser uma empresa sustentável e diferenciada no mercado de transporte internacional de cargas, trabalhando de forma dinâmica, transparente e eficiente. Desde então, oferecemos soluções completas de logística, práticas e customizadas, através de ferramentas modernas, da expertise de nossos profissionais e de nossos parceiros.

 

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CEPAL divulgará previsões do comércio exterior da América Latina e Caribe para próximos quatro anos

A incerteza econômica e o lento crescimento da demanda mundial continuam afetando negativamente o desempenho do comércio exterior da América Latina e do Caribe. Os impactos dessas tendências na região são tema de um novo relatório que a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) apresentará na próxima quarta-feira (23), no Chile. Documento contém previsões até 2020. Lançamento da pesquisa será transmitido online. A incerteza econômica e o lento crescimento da demanda mundial nos últimos anos continuam afetando negativamente o desempenho do comércio exterior da América Latina e do Caribe. Os impactos dessas tendências na região são tema de um novo relatório que a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) apresentará na próxima quarta-feira (23), no Chile. Lançamento do documento será transmitido online. A pesquisa contém uma análise detalhada do comportamento das exportações e importações regionais nos últimos meses, com estimativas para o restante do ano e também uma visão de médio prazo que vai até 2020. O relatório “Panorama da Inserção Internacional da América Latina e Caribe 2016” será apresentado pela secretária-executiva da CEPAL, Alicia Bárcena, em uma coletiva de imprensa às 15h do Chile (16h de Brasília) na sede do organismo, em Santiago. O evento será transmitido ao vivo pelo site da Comissão. Além de analisar a dinâmica recente do comércio exterior, em sua edição de 2016, o documento inclui um capítulo dedicado ao Acordo de Associação Transpacífico (TPP, em sua sigla em inglês), um mega-acordo que enfrenta cenário incerto na atual conjuntura. Meios de comunicação estão convidados a assistir ao lançamento do relatório na capital chilena. A CEPAL está... read more

Nova política de comércio exterior será um dos destaques do Enaex

A nova configuração da Câmara de Comércio Exterior da Presidência da República (Camex) será um dos destaques da 35ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex 2016), durante o painel “Política de Comércio Exterior e as ações para ampliar a competitividade na exportação”. Promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), o evento será realizado nos próximos dias 23 e 24, no Rio, e terá como tema geral “Exportar para crescer”. A secretária-executiva da Camex, Tatiana Rosito, uma das que participarão dos debates sobre o tema, explica que a mudança de configuração, estabelecida pelo Decreto nº 8.807, de 12 de julho de 2016, já no Governo Temer, “traz o comércio exterior para o centro das decisões de governo, o que contribuirá para o aperfeiçoamento do ambiente regulatório, auxiliará na redução de custos e racionalizará a intervenção governamental, por meio da maior efetividade da coordenação entre os órgãos de comércio exterior.” Pelo decreto, a Camex passou a ter como órgão de deliberação superior e final um Conselho presidido pelo próprio Temer e composto pelos ministros das Relações Exteriores; da Fazenda; da Agricultura Pecuária e Abastecimento; da Indústria, Comércio Exterior e Serviços; do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; e ainda pelo secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República, Moreira Franco. De acordo com Tatiana Rosito, a ampliação da contribuição do comércio exterior para a geração de empregos e a retomada do crescimento depende de um conjunto de políticas, no contexto do ajuste fiscal e das reformas estruturais em curso, incluindo políticas nas áreas previdenciária, trabalhista, tributária e de financiamento, entre outras. Inclui, ainda, ações para acelerar... read more

Feira de móveis no Egito quer contar com a participação de importadores brasileiros

São Paulo – A feira da indústria moveleira egípcia Egypt’s International Furniture Trade Fair (Furnex) quer levar importadores brasileiros de móveis para sua 11ª edição, que ocorre de 02 a 05 de fevereiro do próximo ano no Cairo. Para isso, seus organizadores irão pagar as despesas de compradores qualificados interessados em visitar o evento. As inscrições podem ser feitas até o final deste mês por meio do escritório econômico e comercial do Egito na capital paulista. “Procuramos por importadores e distribuidores para visitarem a feira. Eles receberão as passagens aéreas, a hospedagem, terão reuniões com empresas egípcias e podemos até organizar visitas a fábricas”, explica Mohamed Elkhatib, cônsul comercial do Egito em São Paulo. Todos os fabricantes presentes na feira são indústrias egípcias e, segundo o diplomata, a Furnex é a principal mostra do setor moveleiro daquele país e também do continente africano. A edição deste ano teve 145 indústrias e recebeu mais de 40 mil visitantes. Importadores e distribuidores brasileiros interessados em visitar a feira deverão entrar em contato com o escritório comercial do Egito pelo e-mail emb.egito@terra.com.br ou pelos telefones (11) 3287-7055 e (11) 3284-8184. “O consulado (escritório comercial) fará a seleção inicial [dos potenciais visitantes]. Vamos verificar os perfis, ver quanto importam e de onde. Depois, mandamos os perfis aprovados para os organizadores da feira”, detalha Elkhatib. As entidades que organizam a Furnex são o Conselho Egípcio de Exportação de Móveis e a Associação de Exportadores Egípcios. “Há um grande potencial [no evento] para as empresas brasileiras fazerem negócio com o Egito”, destaca o cônsul. Serviço Furnex De 02 a 05 de fevereiro Local: Cairo International Convention and... read more

Japão e União Econômica Euroasiática concedem acesso preferencial a produtos brasileiros

Brasília – O governo do Japão e a União Econômica Euroasiática concedem, por meio do Sistema Geral de Preferências (SGP), acesso preferencial a determinados produtos originários do Brasil. No caso do Japão, 3.478 produtos são elegíveis para usufruir da tarifa preferencial que, em alguns casos, pode chegar a 100% do imposto de importação do país asiático. Informações adicionais estão disponíveis aqui. Em relação à União Econômica Euroasiática, mais especificamente de Rússia, Bielorrússia e Cazaquistão, 3.725 linhas tarifárias estão contempladas e possibilitam uma redução de 25% do imposto de importação do país europeu. Mais informações podem ser encontradas nesta página. Em ambos os casos, os bens devem ter origem comprovada no Brasil por meio da emissão de Certificado de Origem “Form A”. Tal formulário pode ser obtido junto ao Banco do Brasil, nesta página. Em caso de dúvida, por favor contatar deint@mdic.gov.br; dacess@itamaraty.gov.br ou apexbrasil@apexbrasil.com.br Fonte:... read more

Logística como fonte de competitividade será um dos temas discutidos durante o ENAEX 2016

Rio de Janeiro –  “Logística: reduzir custos e elevar competitividade das exportações” será o tema de um dos painéis que vão discutir as principais questões relacionadas ao comércio exterior brasileiro durante a 35ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX  2016). Promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), o evento acontece em 23 e 24 de novembro, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, e terá como tema “Exportar para crescer”. Durante o painel com foco em Logística, que contará com o diretor geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski, e o vice-presidente de Logística dos Correios, José Furian Filho, entre os debatedores, serão abordados os principais problemas que causam entraves para que os modais possam oferecer melhores condições para incrementar a competitividade do comércio exterior brasileiro. Os debates têm, ainda, o objetivo de formular sugestões e apontar as prioridades do setor exportador e importador, visando a excelência logística para o comércio exterior. Segundo Tokarski, é preciso rediscutir procedimentos para diminuir a burocracia. “Acredito que temos uma janela de oportunidade para reduzirmos as exigências em nossos normativos, uma vez que o ambiente institucional nos leva a rever o excesso de burocracia instalada, a qual desestimula o privado e atrapalha ou até inviabiliza a realização de determinados e necessários investimentos públicos para melhoria de nossa logística”, afirma. “Tirar burocracia em excesso é diminuir custos propiciando maior competitividade”, enfatiza. Sobre o ENAEX 2016 Durante o ENAEX 2016 os participantes vão ter acesso a workshops, painéis e discussões sobre os principais temas ligados ao comércio exterior brasileiro. Terão ainda a oportunidade de participar de despachos... read more

Agenda comercial e de investimentos do Brasil com os EUA não muda, segundo avalia a CNI

Brasília – A relação entre Brasil e Estados Unidos é pragmática e não há nenhum sinal de que ela vá mudar. A avaliação é do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, que lembra que os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras. Atualmente, os EUA são o maior receptor de investimento brasileiro no exterior, em número de empresas, e o Brasil abriga, há várias décadas, as principais empresas americanas. “As reações entre nossas economias e sociedade é muito forte e nenhum governo trabalhará pelo seu enfraquecimento. É preciso prestar mais atenção às ações do que ao discurso. Vamos aguardar a montagem do novo governo para termos uma bússola melhor sobre qual caminho os EUA tomarão”, avalia Robson Braga de Andrade. Para a indústria, as prioridades continuam as mesmas. E a Confederação Nacional da Indústria (CNI) continuará dando prioridade à agenda com os Estados Unidos e trabalhará por meio do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, com sua contraparte americana, U.S. Chamber, para avançar na agenda de acordos entre os dois países (de comércio, de investimento e para evitar a dupla tributação) e promover investimentos bilaterais. A CNI avalia, ainda, que um maior isolamento dos EUA é ruim para a economia mundial, o que inclui o Brasil. Os americanos são os principais patrocinadores políticos da globalização e do livre comércio. Sem a sua liderança, o protecionismo ganha força e a economia fica mais instável. Fonte:... read more
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